terça-feira, 11 de outubro de 2011

A Copa do Mundo vem aí! E agora?



Qual o diálogo: Fifa World Cup ou Copa do Mundo no Brasil?

Como o Brasil dialogará com o mundo após a Copa?

A nação se prepara para receber um dos maiores eventos que simboliza o encontro mundial.

Verbas, eventos, obras, toda uma preparação para quê, afinal?

Seremos um país exacerbadamente visto, mas e quando as luzes se apagarem?

Estádios caríssimos no meio do agreste e da Amazônia - um rombo financeiro, que só será contado, investigado, após toda festa. E os "pagadores da promessa" já sabemos quem são: os cidadãos brasileiros, que ficarão aqui após a Copa de 2014.

Pensemos: Se o Brasil é uma nova força mundial, onde estabelecerá seu poder?

Usamos nossa "influência" e posição para abrir diálogo com as nações? Parcerias até mesmo com nossos vizinhos latinoamericanos. Abrimos os olhos para receber a Copa, mas fechamos para percerber que é uma maneira de crescermos como continente.

Nunca, em terras tupiiquins, foi tão difundida a ampliação da aquisição de idiomas. Para quê? Apenas com a finalidade de servir quem irá nos visitar ou para termos capacidade de mostrar quem somos sem barreiras e beber em todas as fontes de intercâmbios culturais, educativos e possibilidades.

Diante disto, não contemos a bola... essa fica para depois, porque, no momento, o Brasil sofre para armar a jogada no meio campo da Costa Rica.

Para onde foi o nosso futebol? Perdemos até nossa identidade!

Seja bem-vinda, Copa do Mundo!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Mini-Saia.Futebol Clube- Tremendo nas bases! Será?






Olá,Sócios do Mini-Saia Futebol Clube!

Após um tempinho de chuteiras suspensas, estamos com a programação normal em nossa resenha.

O tema de hoje : Base!

O futebol brasileiro é celeiro de grandes talentos como Pelé, Tostão, Garrincha e tantos outros craques da bola.

De onde vieram? Grandes escolinhas? Empresários fantásticos que os plantaram nos clubes?

Não!

Vieram das bases dos times brasileiros, das várzeas, das peneiradas ( como Ronaldo fenômeno e cia).

Mas essa safra ficou lá atrás, não pela escassez de talento, mas por outras condições que passaram a ser prerrogativas.

Onde esta pequena escriba, titular do mini-saia F.C, quer chegar?

Façamos uma analogia: Um torcedor mirin do Mini-Saia tem o desejo de ser jogador do mesmo, desde a tenra infância. Logo, na primeira oportunidade, não vai jogar no Saia-longa. F.C, mas sim no seu time de coração.

No futebol brasileiro, a situação é exatamente a inversa, não tampemos os olhos porque sabemos que as peneiras são difíceis e que os empresários colocam por "passe livre com diretores e presidentes" garotos que não sabem dar um passe de primeira, mas já recebem uma grande abertura de mercado. É exatamente isto, que faz com que o amor pela camisa muitas vezes se acabe.

Fazendo um retorno ao passado, encontramos Pelé, que amou e honrou a camisa 10 do Santos, voltando para o século XXI, encontramos Rogério Ceni, que também é da base, e faz história no São Paulo, quebrando inúmeros recordes com a camisa 1.

Apenas talento? Não! Chama-se investimento!

A Copa do Mundo está chegando novamente ao Brasil. Nossos três títulos vieram após a Copa de 50. Quem sabe, novamente não aconteça uma revolução no futebol brasileiro, destronando monarcas e alimentando a simplicidade (com credibilidade) paixão nacional e possamos aprender a valorizar e curtir o futebol brasileiros, desde aquilo que temos de mais lindo e valiosos: as nossas bases.

Beijos do Mini!

domingo, 7 de agosto de 2011

Confessando o segredo da atitude


“O SEGREDO É TER ATITUDE".



Lucas é o tipo de cara que você gostaria de conhecer.

Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.


Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:

"Ah.. Se melhorar, estraga".


Ele era um gerente especial em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato.

Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Lucas estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.

Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:

"Você não pode ser uma pessoa positiva todo o tempo".

"Como faz isso" ?

Ele me respondeu:
"A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo":

"Lucas, você tem duas escolhas hoje:
Pode ficar de bom humor ou de mau humor.

Eu escolho ficar de bom humor".


Cada vez que algo ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido.

Eu escolho aprender algo.


Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.

Certo, mas não é fácil - argumentei.

É fácil sim, disse-me Lucas.

A vida é feita de escolhas.

Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece escolha.

Você escolhe como reagir às situações.
Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor.

É sua a escolha de como viver sua vida.

Eu pensei sobre o que o Lucas disse e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha.

Anos mais tarde, soube que Lucas um dia cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã.

Foi rendido por assaltantes.

Dominado, e enquanto tentava abrir o cofre, sua mão tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo.

Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele.

Por sorte foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital..

Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.

Encontrei Lucas mais ou menos por acaso.

Quando lhe perguntei como estava, respondeu:
"Se melhorar, estraga".

Contou-me o que havia acontecido perguntando:
"Quer ver minhas cicatrizes"?

Recusei ver seus ferimentos, mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.

A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu.

Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas:

"Poderia viver ou morrer".

"Escolhi viver"!

Você não estava com medo? Perguntei.

"Os para-médicos foram ótimos".

" Eles me diziam que tudo ia dar certo e que ia ficar bom".

"Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado".

Em seus lábios eu lia:

"Esse aí já era".

Decidi então que tinha que fazer algo.
O que fez ? Perguntei..

Bem. Havia uma enfermeira que fazia
muitas perguntas.

Perguntou-me se eu era
alérgico a alguma coisa.

Eu respondi: "sim".

Todos pararam para ouvir a minha resposta.

Tomei fôlego e gritei; "Sou alérgico a balas"!

Entre risadas lhes disse:

"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto".

Lucas sobreviveu graças à persistência dos médicos... mas sua atitude é que os fez agir dessa maneira.

E com isso, aprendi que todos os dias, não importa como eles sejam, temos sempre a opção de viver plenamente.

Afinal de contas,

"O SEGREDO É TER ATITUDE".

Agora você tem duas opções.

( autor desconhecido)