segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O sol da meia-noite


Na Groelândia, o Sol não se põe por mais de setenta dias sem o verão, ou seja, não há noites durante mais de dois meses.

Ainda realizarei este sonho que alimento desde a infância.

Enquanto não chega,não abro mão.Quer seja noite ou dia,sigo o sol.


Bela semana(com feriado!) à todos!


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domingo, 5 de setembro de 2010

O Fielzão do Coringão!



PERSIO PRESOTTO

Nesta quarta-feira, 1º de setembro, o Corinthians festejou os 100 anos de existência. Algo histórico, sem dúvida, e que merece reverência, por se tratar de um dos clubes mais populares do País, ao lado do Flamengo, que é o dono de maior torcida em todo o território nacional.

A popularidade corinthiana é inabalável, assim como o amor daqueles que o acompanha e critica semanalmente, a cada jogo de futebol realizado no Pacaembu, no Morumbi ou em outro campo qualquer.

Os rivais, como se sabe, 'sacaneiam' de tudo o que é jeito. Uns, bem humorados, brincam, se divertem, mas com moderação. Outros, no entanto, apelam, compram briga por qualquer idiotice.

Quando a bola rola, a emoção toma conta. A arquibancada fica branca e preta, por inteira.

Gritos como "Todo poderoso Timão"; "Aqui tem um bando de loucos! Loucos por ti, Corinthians!" ou o ritmado "Não para, não para, não para, vai pra cima timão!" são ouvidos por todos, assim como foi, na década de 80, o inesquecível "Corinthiano, maloqueiro e sofredor, graças a Deus!".

Não gosto muito da ideia de misturar religião com futebol. Pra mim, são assuntos mais que distintos e, por isso, não podem 'ocupar um mesmo espaço'. Mas... enfim... o tal grito foi praticamente um hino daquela geração, que amargara 22 anos de fila.

Sócrates, Rivellino, Marcelinho Carioca, Carlitos Tévez são ídolos alvinegros, assim como também foram Cláudio, Baltazar, Neto e Gamarra.

Garrincha, o Anjo das penas tortas e ídolo no Botafogo, de Valter Bernat, também vestiu o uniforme mosqueteiro. Mas isso ocorreu já no final de carreira, quando não possuía a mesma agilidade e preparo físico exibido nas Copas do Mundo de 1958 e 1962, em que teve grande participação e importância.

Desconfortos por não ter um estádio próprio, assim como o Palmeiras, o São Paulo e o Santos, são notórios até os dias de hoje. Promessas e mais promessas foram realizadas ao longo dos 100 anos. E, ao que tudo indica, a Salvadora da Pátria Corinthiana será Odebrecht, que, como bem lembrou o irretocável Uelton Gomes, recebe 99% em licitações do Governo Federal.

Bom... a administração nem sempre foi o ponto forte da equipe do Parque São Jorge.

É verdade que houve nomes importantíssimos e históricos à frente do clube, como o do emblemático Vicente Matheus, mas, não podemos esquecer de outros, como Alberto Dualib, que entregou o time alvinegro à Máfia Russa.

O Corinthiano, de verdade, sabe disso e fica indignado!

Mas, o amor é tão grande, forte e puro, que o faz um Fielzão na essência.

Algo que nem mesmo um estádio pode explicar ou dar significado exato!
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Mini-Saia F.C --Um drible negro-gato!





Drible!

A senha do futebol.

Muitos fixam somente no momento do gol,mas o instante que o antecede,a jogada a marcante, os segundos do baile é a prerrogativa do espetáculo.

Mas de onde se origina este momento mágico?

Quando Charles Miller viajou para as terras geladas de Londres,conheceu o futebol,o toque era mais técnico,sem o molejocanarinho.Ao retornar para o Brasil,em 1894,trouxe na bagagem a primeira bola de futebol e um conjunto de regras.


Contudo,era um jogo elitista,onde somente os ricos e brancos jogavam no Brasil pós-escravatura.Porém,faltavam jogadores durante os times ,e os negros eram convidados a jogar.

Diante disso começava o jogo sujo.Por serem negros poderiam sofrer falta e nunca causar nos brancos.

Inteligentemente,os negros criaram uma estratégia:uniram movimentos de danças afros às jogadas para escapar dos golpes duros nas jogadas.

Nasce assim, o drible.



O time do Mini-Saia F.C,como bom aprendiz,ajusta as sainhas e dribla rumo a um 'negro-gato' gol de placa.



Fonte: Entrevista de Pedro Bial para o programa Redação Sportv(Agosto/2010)

Beijos do Mini!


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